segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
UM POEMA
UM POEMA
O DOBRE DO SINO
Como sibila o vento
Por sobre a lápide,
assim arfa o fôlego,
me foge a vida...
Como brasa outrora ardente,
escapa-me o instante,
triste lamento.
Dobre o sino seu
Toque fúnebre,
O adeus temente,
do transe meu...
Estende tua mão,
e alcança meu espírito,
que se esvai de mim,
e ora treme e flameja.
O diabo aguarda minha
travessia...
(Verto sangue, não suor)
Espera ele, aguarda mesmo por mim.
Toque o sino seu dobre,
fúnebre...
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário