terça-feira, 22 de janeiro de 2013

INDO ADIANTE...




              Ser homem não limita em mim colorir de rosa em vez de azul a vida, meus dias. Ou até mesmo de sensível e sensual, ser abrangente, transbordante de humanidade.
              E então encontro um início de singularidade em mim: pequenos atributos meus, que de forma analítica, sei que todos possuem, mas nem todos os cultivam.
              Já declaro-me liberto da ousadia de de pré-conceber em possível padrão de comportamento normal do indivíduo para com o indivíduo, da sociedade para com o sujeito, do sujeito para com a sociedade.
              E já inicia a desgastar-se essa investida de buscar valiar o que sou. Bem como dou-me conta de que devo abrir aspas quanto à minha personalidade, concedendo a liberdade de cada um sublinhe a sua.

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